Núcleo Mulher do MPPA participa de encontro da rede de atendimento à mulher

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), por meio do Núcleo de Proteção à Mulher, participou do Encontro da Rede de Serviços de Atendimento à Mulher, promovido pela Secretaria de Estado das Mulheres (SEMU), no Auditório do Prédio Anexo do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), nesta sexta-feira, 1º de dezembro.
O Promotor de Justiça Franklin Prado representou o MPPA no encontro com integrantes da rede de atendimento dos municípios do Estado do Pará, em especial Belém, Benevides, Ananindeua, Marituba e Parauapebas que estão diretamente ligados ao Acordo.
Na ocasião, tratou-se da renovação do Termo de Cooperação Técnica do Programa Acolhe, com o objetivo de discutir metodologia de trabalho e fluxos de atendimento, formulando novas estratégias de Políticas Públicas para as Mulheres. O programa tem por objetivo garantir abrigo a mulheres vítimas de violência no período de até 15 dias com amparo psicossocial para fortalecimento e garantia de um período para estabilização da mulher assistida, que se estende a filhos(as).
Abordando as atividades realizadas pelo Núcleo Mulher do MPPA, o Promotor de Justiça Franklin Prado destacou o Projeto de Multi-acolhimento Social, o qual realiza treinamento para integrantes da Rede de Proteção à Mulher e encaminha mulheres em situação de vulnerabilidade para o devido acompanhamento.
Além disso, o Núcleo Mulher MPPA atua com outros nove projetos, a saber: grupo reflexivo para homens autores de violência doméstica; formação de profissionais da educação, realizado todo mês de março; curso de extensão em direitos da mulher e questões de gênero; ações integradas no Marajó, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) e Centros de Apoio Operacional do MPPA; Escutas Sociais, em parceria com a Ouvidoria do MPPA; roda de conversa com mulheres indígenas; Projeto “Tráfico de pessoas: É preciso reconhecer para enfrentar”; Ciclo de diálogos, realizado em agosto; Prêmio “Mulheridades: somos muitas, somos múltiplas”.
Ascom MPPA, com informações do Núcleo Mulher MPPA e TJ PA