MPPA reforça compromisso com a infância e visita centro de acolhimento

O Ministério Público do Estado do Pará, por meio das promotoras de Justiça da Infância e Juventude de Belém, Albely Lobato e Síntia Quintanilha Bibas Maradei, realizou, nesta segunda, 25, uma visita institucional ao Serviço de Acolhimento Institucional Dulce Accioli, que presta apoio e proteção para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. A equipe também contou com a participação da assistente social Sandra Rodrigues, do pedagogo Luis Pina e da psicóloga Thais Costa.
A visita teve como objetivos conhecer de perto a realidade do acolhimento institucional, promover uma interlocução efetiva com os profissionais que atuam no local e avaliar as condições oferecidas às crianças e aos adolescentes acolhidos. Durante a inspeção, estiveram presentes a coordenadora Micheline dos Santos, as assistentes sociais, a psicóloga e a pedagoga da instituição, além da assessora jurídica da Fundação Papa João XXIII (Funpapa), Gabriela Gonçalves.
As promotoras reuniram-se com a equipe do serviço, composta por educadores, psicólogos e assistentes sociais, para compreender os desafios enfrentados no dia a dia do acolhimento e discutir estratégias de aprimoramento do atendimento e da proteção dos acolhidos.
Além disso, foi realizada uma avaliação das condições físicas do espaço, com foco na infraestrutura e nos recursos disponíveis. As promotoras se comprometeram a acompanhar as necessidades identificadas e a buscar soluções junto aos órgãos competentes, visando garantir melhorias para o bem-estar das crianças e adolescentes acolhidos.
O Ministério Público reafirma seu compromisso com a proteção integral dos direitos da infância e da adolescência, atuando de forma proativa para garantir que cada criança e adolescente cresça em um ambiente seguro, acolhedor e livre de violações. A visita ao Serviço de Acolhimento Dulce Accioli evidencia a importância da atuação do MP na defesa dos mais vulneráveis, reforçando seu papel na promoção do bem-estar e na garantia de direitos fundamentais.
Texto e fotos: Promotoria de Justiça da Infância e Juventude, com edição da Ascom